Este blog foi criado, visando um trabalho para a cadeira de mídia e cultura. A idéia é de aqui expor mais sobre o que é a internet 2.0, a sua origem e seus exemplos de utilização.

Thursday, March 22, 2007

Conheça 13 serviços de Web 2.0 desenvolvidos no Brasil

A Web 2.0 brasileira cresceu e multiplicou. Há cerca de um ano, eram raros os serviços disponíveis. Hoje, é difícil fazer uma seleção sem cometer injustiças.
O IDG Now! selecionou 13 serviços de Web 2.0 desenvolvidos por brasileiros. A seleção buscou mostrar exemplos de sites nas mais diversas áreas.
Nesta lista você vai encontrar sites de mídia e favoritos sociais, despesas pessoais online e aplicativos para empresas, entre muitos outros. A ordem dos serviços é a alfabética.

Apontador

O Apontador, site da primeira fase de internet, adaptou-se à Web 2.0. Ao estilo dos principais serviços de mapas, ele traz imagens de satélites e permite navegar pelas páginas apenas clicando e carregando.
Os serviços continuam parecidos, mas agora preparados para a nova era da internet. Você pode saber onde fica uma rua, traçar uma rota, verificar o trânsito e o clima. Além disso, pode marcar seus locais, como a residência ou o endereço do trabalho.
Outro recurso é a possibilidade de marcações pessoais nas regiões escolhidas, como comércio, imóveis, educação, esporte, gastronomia, governo, saúde, serviços, transportes e turismo.
É possível encontrar também algumas marcações de lojas feitas diretamente pelo Apontador, em um sinal de que o site está trabalhando em um serviço local de classificados via mapas.

Aprex

Os concorrentes do Aprex são o Google, a Microsoft e Yahoo, as três maiores empresas de internet do mundo. Nada que desanime os fundadores do serviço, uma das mais bem-sucedidas investidas de brasileiros na área de aplicativos online.
Os serviços online são calendário, lista de contatos, tarefas, disco virtual, blogs, enquetes, apresentações e e-mail marketing (as duas últimas ainda em beta).
O sócio-diretor do Aprex, Guilherme Coelho, em entrevista ao Blog dos Blogs, do IDG Now!, explicou porque acredita que o Aprex vai dar certo:
1) Simplicidade: a facilidade de uso é considerada melhor que a dos sites internacionais.
2) Integração: muitos dos serviços concorrentes não têm todos os recursos em um único lugar, como o Aprex.
3) Serviços profissionais: como um dos alvos do Aprex são as pequenas e médias empresas, as aplicações Web 2.0 contam com recursos de segurança, o que dá mais confiabilidade para quem usa.

Blogblogs:
O Blogblogs acabou de ganhar uma nova versão. O principal diretório de blogs brasileiros, desenvolvido por Manoel Lemos em um trabalho solitário, incorporou recursos, criou rankings e ficou mais parecido com o Technorati, o seu modelo de inspiração.
Agora, o Blogblogs traz um ranking com os principais blogs brasileiros. O critério é o mesmo do Technorati: o número de blogs que linkam para o seu blog é um sinal da sua popularidade. Se houver empate, o número de links é o critério para desempatar.
Mas o ranking é apenas um dos recurso que melhoraram e muito o Blogblogs. Agora, o dono de um blog pode cadastrar o seu blog, escolher os seus blogs favoritos, indexar seus posts e acrescentar suas tags. Se quiser, pode automatizar o “ping”, recurso que avisa o sistema do Blogblogs toda vez que um novo conteúdo está no ar.
Uma informação que estava na versão anterior, e agora não é mais encontrada, é a quantidade de blogs indexados. Em fevereiro, eram 143 mil.

Boo-box
Esse é o serviço de Web 2.0 que maior repercussão conseguiu fora do Brasil. O Boo-box, que associa imagens e palavras a sites de comércio eletrônico, foi destaque no TechCrunch, considerado a principal referência do ramo internacionalmente.
A idéia é de dois brasilienses, Raphael Vasconcellos e Marco Gomes, que, em dezembro de 2006, ao verem uma foto da modelo brasileira Gisele Bündchen com o tênis All Star se questionaram: “E por que não comprar o tênis apenas clicando na imagem”?

Essa é a concepção do Boo-box
. Os blogueiros colocam um script em sua página e depois, na hora de publicar o texto, acrescentam um tag na imagem e no texto.
Simples assim. Para dar certo, o Boo-box terá de provar a eficiência do seu modelo e ter parcerias com lojas de prestígio do comércio eletrônico brasileiro e internacional (sim os objetivos são além mar). Não é demais registrar que modelos para que blogueiros ganhem dinheiro não faltam: do Google ao UOL.

Camiseteria
Você já ouvir falar de rede social, mídia social e outras formas de colaboração que estão surgindo na esteira da Web 2.0, não? E comércio social? Que tal dar uma olhada no Camiseteria, do blogueiro e um dos pioneiros da Web 2.0 nacional, Fábio Seixas.
O Camiseteria é um site que vende camisetas com estampas feitas pelos próprios usuários, que enviam pela internet e passam pelo crivo dos internautas em uma votação aberta.
A votação de cada estampa dura 10 dias corridos e durante esse período qualquer usuário cadastrado no site poderá votar.Após os 10 dias, a estampa sai de votação e recebe uma nota média final, que fica disponível no perfil do autor. Os vencedores recebem R$ 350 em dinheiro e R$ 350 em produtos.Quem quiser comprar uma camiseta da coleção do Camiseteria, no entanto, vai ter de colocar a mão no bolso. Elas custam até 55 reais.

Debit
A burocracia é um monstro feito sob medida para os contadores. Mas esse demônio começa a ser domado por um preço razoável e com controle total pela Web.
O Debit não é um serviço para usuários finais, mas sim para pequenas e médias empresas e profissionais liberais.Entre os serviços estão o Debit Atualiza, que faz cálculos de correção monetária, de juros, multas, custas e honorários, e o Debit Trabalhista, para cálculos como diferenças salariais, 13º salário, encargos como IRFF e INSS.
Alguns aplicativos online são gratuitos, como o Debit SAC, para controle do serviço de atendimento a clientes, e o Debit Ponto, para controle de cartões de ponto.

DicaSP
Ninguém percebeu, mas a poderosa editora Abril está fazendo um teste na Web 2.0, usando a base de dados de bares e restaurantes da Veja São Paulo.
O modelo é simples. Os usuários podem procurar bares e restaurantes, mas não incluir os seus preferidos. Os internautas registrados podem criticar, comentar e indicar um local.
Você pode montar a sua lista de lugares preferidos em São Paulo, deixar seus comentários, navegar pela lista de outras pessoas e até marcar encontros e happy hours.
É possível saber quais são os lugares mais populares e, para desgostos de alguns proprietários, os menos populares.
No site, não há nenhuma referência sobre quem é a empresa por trás do empreendimento. Na home da Veja São Paulo, apenas uma chamada discreta para a nova comunidade.

Garimpar
Você não precisa garimpar muito para saber qual é a inspiração do Garimpar, um site de favoritos sociais, cujo modelo é baseado do del.icio.us, serviço popular entre os norte-americanos e também entre os brasileiros.A idéia é simples. Em vez de guardar os seus favoritos na desktop, o serviço permite que eles sejam salvos na internet, classificados com etiquetas, chamadas na Web 2.0 de tags. Assim, de qualquer lugar, você pode acessar o conteúdo.
Os favoritos salvos em sua conta podem ser públicos, privados ou anônimos. Conforme você vai adicionando novos conteúdos, sua nuvem de tag vai sendo formada. Mas o Garimpar tem ainda que melhorar para se comparar ao seu par norte-americano.
O serviço brasileiro não tem uma nuvem com as tags mais comuns, nem permite navegar por categorias para saber os itens mais populares. Reflexo, talvez, do seu baixo ainda número de usuários.

Overmundo
Criado pela parceria entre o chairman do iCommons, Ronaldo Lemos, o antropólogo Hermano Vianna e o advogado Marcelo Zacchi, o OverMundo é considerado o primeiro site apoiado pelo Governo a explorar a Web 2.0.
Definida por Lemos como “jornalismo cidadão”, a iniciativa permite que usuários publiquem textos de assuntos diversos, que carregam a licença Creative Commons e tragam a mínima relação com cultura nacional.
Após a publicação, a comunidade do Overmundo pode votar e categorizar as notícias, no mesmo sistema proposto pelo Digg.

Peqno
Na primeira fase da internet, durante o ano 2000, um bom plano de negócios envolvia um serviço para o mercado latino-americano, modelo consagrado pela StarMedia, e a abertura de capital na Nasdaq, modelo consagrado pela StarMedia.
Na era Web 2.0, não há ambições de abrir o capital - afinal, na maioria dos casos não há capital - mas a América Latina cedeu espaço para, simplesmente, o mundo. Isso mesmo. Software como serviço permite que você atinja vários países, sem a necessidade de subsidiárias e investimentos em estruturas físicas.Basta um servidor na mão e um bom plano de negócios. Tome o exemplo do Peqno, um site de dois catarinenses cuja missão é simples: transformar URLs gigantes em pequenas, com diz o nome.O Peqno.com surgiu primeiro em inglês. Já tem versão em português e espanhol. Prepara-se para lançar o site em italiano e alemão. E o objetivo é também ser entendido pelos chineses, o maior mercado em expansão do planeta. A versão em mandaria, dizem os fundadores, está a caminho.


Rec6
Não faltam candidatos ao Digg nacional. Entre eles, EuCurti, Linkk e OutroLado. Nenhum deles ainda chegou perto do Rec6, que foi adotado principalmente pela comunidade de tecnologia.
Além de um visual mais limpo, próprio do estilo de design da Web 2.0, o Rec6 é mais rápido e fácil de se cadastrar que seus pares. Além disso, foi incorporando ferramentas que o torna ainda melhor.
Uma delas é um widget, ainda é em beta, outra característica da Web 2.0, que permite ao usuário saber em que notícias votou, as notícias dos seus contatos e as notícias do seu interesse.
Um recurso recém-lançado mantém o internauta mais tempo dentro do Rec6. Ao clicar em uma notícia, o leitor é direcionado para a página do conteúdo. Uma barra na lateral esquerda, relaciona outras notícias do Rec6 associadas com aquele conteúdo.
Para ser um editor do Rec6 ou votar na notícias, é preciso se cadastrar no Via6, uma comunidade profissional dos meus fundadores do Rec6. Nada que vá doer.
As duas, Rec6 e Via6, acabaram de receber um investimento de capital de risco da Confrapar, cujo valor não foi revelado.


Spesa
Se o mês é grande demais para caber no seu salário, está na hora de controlar e saber quais são os seus gastos. Essa é a proposta do Spesa, um aplicativo que ajuda a controlar as despesas pessoais.
Os usuários dos browsers Firefox e do sistema operacional Mac OS X, da Apple, podem baixar widgets e ter na tela do seu desktop um aplicativo com todas as informações de sua movimentação: dos débitos aos créditos.
Lançado em fevereiro, o site tinha 861 contas criadas e registrados em sua base de dados 4.531 lançamentos e 904 agendamentos. Você pode acompanhar tudo também através de RSS. O serviço é gratuito.

Videolog
Você não pode imaginar o quanto é dura, e quente, a vida nos trópicos. Pegue o exemplo do Videolog, que em dezembro anunciou acordo com o portal UOL.
O Videolog surgiu nove meses antes do YouTube e com o mesmo conceito que levou o site de compartilhamento de vídeos norte-americano a ser adquirido pelo Google por 1,6 bilhão de dólares em 2006.
É claro que a versão brasileira não vale essa quantia. O que pode também ser visto de uma forma positiva. Não haverá também uma Viacom pedindo 1 bilhão de dólares em indenização por violação de direitos autorais.
A qualidade dos vídeos do Videolog é boa e também não deixa a desejar ao YouTube. O que falta é ainda a grande variedade é que possível encontrar no site norte-americano. Entre os brasileiros, consolida-se como a melhor opção.

Wednesday, January 03, 2007

INTERNET | Quarta-feira, 03 de Janeiro de 2007 | 13:43

Depois da Web 2.0, a discussão é sobre a web 3.0

Enquanto no Vale do Silício ainda se fala da Web 2.0 ou ‘web social’, muitos já se preparam para a decolagem, a partir de 2007, da geração seguinte: a Web 3.0 ou ‘web semântica’, como diz o criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee. O sucesso de sites como YouTube, Orkut, LinkedIn e FaceBook atesta que 2006 foi o ano da Web 2.0. Também foi o ano em que a tecnologia social, como os blogs e os wikis, se estendeu como rastilho de pólvora. Agora, a idéia da próxima geração da Internet ganha força.

O objetivo da ‘Web semântica’ é acrescentar significado à rede, de maneira que, em lugar de um mero catálogo, ela se converta em um guia inteligente, com sites capazes de trocar informação sobre seus conteúdos. Berners-Lee fala de uma rede de aplicações e informações conectadas entre si, algo como uma base de dados global.

Este sistema poderia atuar como conselheiro pessoal em áreas tão diversas como o turismo - oferecendo pacotes na medida certa, em vez de uma torrente de páginas de agências de viagens e destinos - ou planejamento financeiro, com recomendações concretas dependendo da idade ou do estado civil do usuário. Enquanto as recomendações de viagem de hoje forçam o internauta a navegar entre longas listas de comentários ou obervações, o sistema da Web 3.0 se encarregaria de estabelecer valorações, classificá-las e, por dedução, oferecer o hotel adequado para aquele usuário em particular. Um sistema como esse se tornaria instantaneamente mais valioso, comercialmente, do que os meios de busca de hoje, que apresentam resultados de milhares de documentos e normalmente são incapazes de responder a perguntas tão concretas.

Como escreve Nicholas Carr em seu blog, a Web 3.0 "tornará obsoletos os buscadores de hoje". Mas quando chegará esta Web ‘sabetudo’? O blog OnlineSpin destaca que faltam, entre outras coisas, um software de reconhecimento de imagens para vídeo, junto com reconhecimento de voz aplicado ao vídeo. George Jones, do Information Week, acredita que somente é possível predizer um coisa: a julgar pelo desenvolvimento impressionante da Internet nos últimos 15 anos, é impossível prever que forma terá daqui a outros 15 anos.

Thursday, November 23, 2006

Dizem que é o futuro...

Wednesday, November 22, 2006

Wikis

Wikis, são a parte comunitária da Web 2.0. O wiki nasceu em 1995 como um software social criado pelo programador Ward Cunningham chamado PeopleProjectsandPatterns. A idéia era criar um ambiente de discussão sobre o desenvolvimento de softwares no qual não participariam apenas os filósofos famosos ou programadores que já tivessem escrito um livro.
O projeto seguinte foi a Nupedia, enciclopédia de conteúdo livre fundada por Jimmy Wales. Os artigos da Nupedia, antes de irem ao ar, passavam por revisão e edição dos participantes. A Wikipedia surgiu como um projeto paralelo da Nupedia, que permitisse publicação de conteúdo antes da revisão. Logo, a Wikipedia superou seu antecessor e ganhou vida própria. A partir da Wikipedia surgiram e diferentes aplicações que ajudaram a moldar o que hoje é conhecido como Web 2.0. O guarda-chuva sob o qual estão a maioria destas aplicações é a Wikipedia Foundantion, organização sem fins lucrativos que tem por missão dar “à cada pessoa o acesso à toda a soma do conhecimento humano.” A Wikimedia controla os servidores e nomes de domínios dos projetos Wiki, do qual a Wikipedia – disponível em mais de 80 línguas – é a mais famosa. Na versão em inglês, a mais extensa, há mais de um milhão e meio de artigos. E os números crescem a cada instante.
A Wikipedia vem a ser tao livre, que juntamente com outros sites é um site censurado na China. Onde mesmo diante da negativa do governo o site voltou a ter bloqueado o seu acesso, nos micros chineses. O faz o poder da informação...

E o que mais a Web 2.0 nos oferece?


No boom da Web2.0, a todo momento surge alguma nova aplicação. e é difícil não encontrar uma que não se encaixe nos seus interesses. Com essa lista de aplicativos e programas da web 2.0 crescendo a todo momento há sites que facilitam o nosso serviço de encontrar -los. Site como o go2web20.net. Onde reune tudo que é tipo de sites com alguma aplicação interessante, que vamos falar agora:
del.icio.us: a idéia do site é você armazenar os links de seus sites favoritos na rede, para que todos tenham acesso. Exemplo: em vez de adicionar os seus sites favoritos apenas no seu navegador, você armazena neste site onde todo mundo poderá ter acesso.
Flickr é um aplicativo que oferece a hospedagem gratuita de imagens. Lançado em fevereiro de 2004 e adquirido em março de 2005 pelo Yahoo.
Technorati é uma ferramenta mais popular de buscas de blogs e em blogs. Assim como os sites já mencionados, o Technorati também trabalha com tags.
Last.fm oferece aos usuários a criação de perfis individuais, como no Orkut, nos quais podemos exibir e ouvir as canções, bandas e estilos musicais de que mais gostamos.
Writely oferece a edição simultânea de textos para mais de um usuário.
e por aí vai...
Aí vai a lista dos mais acessados ou os que vale a pena dar uma olhada:
Alguns sites interessantes
Imagens
Picasa
Parazz
Tabblo
Fotologue
snapmania
Webshots
Flickr
Zooomr
Música, aúdio e vídeo
podOmatic
RadioTime
AOL Video
bebop
Yodio
Blogmusik
Odeo
Gcast
RADIO.BLOG.CLUB
ClickCaster
Springdoo
DOT-Tunes
Pandora
Yahoo! Video
podango
Favoritos, notícias e listas
TagTooga
Digg
Clipmarks
StumbleUpon
Simpy
Jeteye
Listible
Philoi
del.icio.us
LookLater
ButterFly
Google Notebook
Chuquet
Diigo
Surf Tail
Feedmaker
Connotea
BuddyMarks
blummy
BlinkList
Shadows
Spurl
My Web
Ma.gnolia
Taggle
socialmeter
Newsvine
Rojo
Web2.0List
Homepages
Pageflakes
Netvibes
Webwag
Favoor
eskobo
Google
goowy
Windows Live
Protopage
Livros, CDs, DVDs e games
lib.rario.us
aNobii
Comunidades e sites de relacionamento
JotSpot Live
Friends For Families
Zimbio
Friendster
Web Crossing Neighbors
Facebook
Orkut
Dogster
Catster
Edição online e simultânea
Zoho Writer
Zoho Sheet
Zoho Show
Writely
Google Spreadsheets
Navegadores
Flock
HeatSeek

YouTube


O site não foi criado há um ano, mas nos últimos 12 meses ganhou força. Surgiu em fevereiro de 2005, depois que Steve Chen, Chad Hurley e Jawed Karim perceberam de como era difícil trocar vídeos com amigos na internet -- ao contrário do que acontecia com fotos. E então os jovens do Vale do Silício (Califórnia) criaram uma maneira fácil para disponibilizar esses arquivos na internet. Só que primeiramente a proposta do site era ter criado uma ferramenta útil para as pessoas mostrarem seus vídeos de viagem. Pensaram que as pessoas poderiam usar a página para divulgar itens leiloados no site eBay. Mas não tinham idéia de que criaram um portal para outra dimensão.
Conforme os internautas foram descobrindo o endereço, entenderam que lá poderiam colocar absolutamente todo tipo de conteúdo: o bêbado na festa, o projeto de ciência da escola, confidências e solos de guitarra, para citar alguns exemplos. Tanto que eram postados seriados completos e devido a isso, foi criada a regra de que cada video postado no YouTube teria no máximo 10 min.
Após o boom do youtube para os internautas, o serviço se tornou uma das novas manias da web, unindo uma interface bacana para acessar e assistir os vídeos, além de ser prático para quem os envia. O YouTube permite adicionar tags aos filmes, facilitando sua localização e permitindo ver vídeos com o mesmo tema. O serviço também oferece um código HTML que pode ser copiado para adicionar o vídeo em um blog ou página pessoal. Desta forma o YouTube passou a ser acessado por 100 milhões de pessoa e recebendo mais de 70 vídeos, de seus usuários, por dia.
No Brasil, o YouTube ficou famoso após divulgar as cenas fortes da apresentadora de MTV, Daniela Cicarelli, em amassos fortes com seu namorado em uma praia espanhola. Mesmo o pessoal do site tirando o vídeo do site, horas depois lá estavam vários vídeos da moça, disponiveis para ver. Além de ser amplamente divulgado a compra do site pelo Google, por uma quantia em torno de US$ 1.65 milhões. Fazendo lembrar o primeiro boom na internet, de quando se ganhava milhoes ou bilhões por um site, chegando a alguns analistas de informática começar a acreditar que sites como o Youtube repetir este fenomeno, acompanhado de outros sites de web2.0.
E também o YouTube, por causa desse fenomeno todo, foi considerado a invenção do ano pela revista TIME. Só que agora o Google vem buscar parcerias para evitar a enxurradas de processos dos estudios de cinema. Semelhante ao que aconteceu no começo da era do mp3, quando gravadoras fizeram fechar o maior site de trocas de música, o Napster, (ai que saudades do napster), devido a história dos tais direitos autorais... Gerando muita discussão que até hoje da o que falar, da otica dos produtores e artístas, às pessoas que simplismente estão interessadas em olhar ou escutar tal conteúdo.

Tuesday, November 21, 2006

Blog/Fotolog





Os fotologs são páginas em que se pode incluir uma foto e um textoque, pode ser um comentário sobre a foto ou abordar um temaqualquer. Os fotologs, ou flogs surgiram como um desdobramentonatural dos blogs. O termo weblog foi criado pelo norte americano JornBarger, em dezembro de 1997, para definir as páginas pessoais queutilizavam ferramentas que permitiam, não só a ligação a outraspáginas mais facilmente, como o uso de “blogrolls” (gestão de links) e“trackbacks” (gestão de arquivos), assim como comentários aos textos.Em 1999, Peter Merholz, criou na sua página pessoal a palavra “blog”,como diminutivo de “weblog”. A partir de então, os blogs passaram aser largamente utilizados, tanto para fins puramente pessoais comotambém sites especializados em política ou blogs jornalísticos. Os blogstornaram-se muito conhecidos quando através deles se pôde conhecerfatos sobre a guerra no Iraque que não eram transmitidos pela TV. Cidadãos civis divulgavam aos outros internautas seustestemunhos oculares sobre a guerra.
Até então, o elemento principal desse tipo de página era o texto. Com osurgimentos dos fotologs, as fotos,ou seja, a imagem, passou a ser oelemento principal, e hoje já existem também os videologs.Os flogs surgem como registro do cotidiano de seus usuários,acompanhando a tendência contemporânea confessional eautobiográfica manifestada na TV em programas como o Big Brother ena rede com o uso das webcams e dos blogs e fotologs como diáriosíntimos. A outra característica é que os diários íntimos online são interativos, ouseja, cada pessoa que lê pode deixar suas impressões sobre a imagemou o texto através de comentários, que podem porém ser apagados peloautor da página.

Monday, November 13, 2006

Plataforma?

Nós como da área de comunicação, poucos devemos saber sobre linguagens técnicas de internet para criação de sites ou tão pouco entender sobre essa história de plataforma... Mas uma das poucas coisas que lembro da epoca de segundo grau, quando fiz processamento de dados era de que software é o que a gente xinga e hardware o que a gente chuta! Nesse caso o software é a plataforma.
No caso do Windows, por exemplo, a janela é o Windows que faz; o que está dentro dela é o programa que faz. Quem diz o que deve ser impresso é o programa, quem manda a informação para a impressora é o Windows, a plataforma. A internet é assim: um lugar, um ambiente, a plataforma.

...onde rodam programas
O pessoal que já deve ter pego o fio da meada já deve ta pensando em programas tipo Corel, Photoshop rodando nesses moldes, mas pra isso eu acho que a web 2.0 tem evoluir mais. Quem sabe na Web 3.0?! Mas enfim, hoje o que já está disponível para o uso on line, são programas no estilo do word. Que não demamandam mais tanta muito trabalho para a máquina. Programas tipo o Writely( que recentemente foi adquirido pela Google). Isso porque com ele se pode acessar ou editar este artigo de qualquer lugar do mundo, chamar pessoas para colaborar, publicar (com somente um clique) em algum blog, entre outras funcionalidades que só existem porque o programa está rodando na internet como plataforma.

Muito se tem dito, e eu mesmo disse, sobre Ajax (veja ao lado). Mas o Ajax é só um filho deste novo conceito de internet. O Ajax existe para viabilizar a existência de programas que têm a internet como plataforma. Muito se tem dito, e eu mesmo disse, sobre Ajax (veja ao lado). Mas o Ajax é só um filho deste novo conceito de internet. O Ajax existe para viabilizar a existência de programas que têm a internet como plataforma. Não é a toa que a Microfoft está criando uma ferramenta para ajudar os programadores que utilizam o Ajax. Ela sabe que o futuro da internet são programas e serviços. E ela mesma está correndo atrás do prejuízo e fazendo todo tipo de investimento em programas na internet, que vem a ser o Live, ja presente no hotmail.

Qualquer site, na verdade, é um programa de computador. Mas mesmo sabendo disso, durante toda a era da web 1.0 os desenvolvedores fizeram programas para mostrar páginas de conteúdo, copiando a mídia impressa. Eles não perceberam que a web dá muito, muito, muito mais recursos de gerenciamento de informações que uma revista ou livro.

Na web 2.0 o usuário não somente lê a informação.

Ele envia informações ao software que poderão ser lidas por outros usuário (comentários em matérias, scrapbook do orkut, blog, fotolog etc), ele pega as informações para usar para outros fins em outros softwares (clipping de uma notícia em um blog), ele transforma a informação (Wikipedia), ele exibe e recebe a informação do jeito que ele quiser (RSS, XSL, newsletter), ele compartilha informações instantaneamente (Messenger), enfim, o único limite que existe para o usuário interagir com o conteúdo é a nossa criatividade.

E como funciona?



Mas para internet 2.0 surgir, foi necessários varios avanços na web 1.0, que sem eles não seria possível a Web 2.0 ser considerada uma plataforma.
O importante nessa nova plataforma é que os programas e sites sejam leves e rápidos. Para isso, a tecnologia Ajax (Asynchronous Javascript and XML) - o uso sistemático de Javascript e XML para tornar o navegador mais interativo -, é fundamental. A grande sacada da Ajax é que ela transforma as páginas em aplicações, permitindo que elas fiquem mais rápidas, ou seja, a cada clique do usuário não será necessário que o browser carregue novamente toda a página, evitando que fique uma tarefa lenta e repetitiva. Podemos carregar apenas a área que precisamos alterar ou preencher (um cadastro, por exemplo). O Google usa a técnica para seus serviços de mapas on-line , onde é possível navegar num mapa, fazer aproximações ou um zoom out sem muitos redesenhos na tela.

O Ajax também permite que a Web fique com a cara do nosso desktop, assim poderemos usufruir de vários recursos dela mesmo quando não estamos na frente do nosso laptop do escritório ou no micro doméstico. A Microsoft está entrando na era da Web 2.0, com seu Windows Live para que tudo funcione de forma integrada como os emails, a busca avançada, arquivos do PC, amigos, blogs, notícias. O Windows Live Mail (ainda em beta) e o YMail (da yahoo), por exemplo, tem o jeito do Outlook. Mas e o que isso representa? Representa que teclas utilizadas no teclado no outook, exemplos para selecionar (crtl +a), para deletar (o delete) e as teclas direcionais, podem ser usadas do mesmo modo nesses programas, mas no ambiente da internet.

Sunday, November 12, 2006

O que é web ou internet 2.0



Este vídeo, apesar de estar em inglês, ajuda a dar a idéia do que é Web 2.0 ou Internet 2.0 (como preferir). A idéia de Inet 2.0, vem mostrar que a internet não é mais só o que conhecemos dela, mas sim uma "plataforma". E daí você se pergunta: Como assim? Plataforma? Exato! Uma plataforma! Ou seja, citando como exemplo, você podendo ter um programa semelhante ao Word ou Excel, em qualquer lugar. Sem a necessidade de ter estes programas instalados no micro. Além de poder salvá-los onde bem quiser. Através de sites onde é possivel armazenar esses arquivos, tendo a opção de liberar para qualquer pessoa consultar ou apenas você.

Nesses sites onde se pode armazenar esses textos, pode-se ter a opção de deixar diponivel para que qualquer pessoa possa vir a lê-lo e corrigir ou acrescentar algo pertinente ao conteúdo do texto. Daí vem a idéia de internet comunitária.

Esta história de internet como plataforma, foi criada por Dale Dougherty, da O´Reilly Media. em um artigo amplamente divulgado na internet, com o nome de: : "What is the Web 2.0". No artigo, O´Reilly fala de conceitos de "a web como plataforma", de uma internet mais colaborativa, de dados como o próximo "Intel Inside" e uma experiência mais rica de usuários. A diferença da web 2.0 para a quenós ja conhecemos, que foi batizada de Web1.0, é que a web 1.0 é o comércio e a 2.0 são as pessoas. Em resumo, todos eles pressupõem uma Web em que existe mais colaboração e na qual o conhecimento é construído por meio das trocas e das experiências dos próprios usuários da internet.